A ressonância do joelho é um exame de imagem capaz de analisar o sistema osteoarticular, garantindo resultados precisos para um diagnóstico correto. É um procedimento não invasivo e indolor.
Ele utiliza campos magnéticos e ondas de rádio que criam imagens em alta definição das partes ósseas e moles, como ligamentos, meniscos, cartilagens e tendões. O exame é simples e tem duração de apenas alguns minutos.
Neste conteúdo, vamos abordar o que é a ressonância magnética de joelho, quando os médicos indicam esse exame, o que ele avalia e como funciona. Continue a leitura.
O que é ressonância do joelho?
A ressonância magnética é um exame que usa campo magnético e pulsos de radiofrequência. Por não utilizar radiação, como no raio-X ou tomografia, é um procedimento mais seguro para grávidas e crianças.
Esse exame gera imagens muito detalhadas de toda a estrutura do joelho, auxiliando o médico a ter um diagnóstico mais preciso. Dessa forma, é possível detectar lesões nos ligamentos, no menisco, nas tendinites e bursites, entre outros.
Quando a ressonância magnética do joelho é indicada?
Esse exame é indicado para a investigação de dores persistentes, inchaço, instabilidade ou problema na articulação. Para isso, ele fornece imagens em alta definição dos ligamentos, meniscos, cartilagens e tendões.
A ressonância do joelho também pode ser indicada para monitorar o progresso de um tratamento ou para uma cirurgia. O médico irá decidir qual o melhor exame realizar.
As principais motivações para a realização da ressonância são:
- Traumas: para diagnosticar rupturas de ligamentos ou lesões nos meniscos, causadas por quedas ou torções;
- Dor sem causa aparente: quando não melhora com repouso ou medicação;
- Sensação de falseio: quando você sente que o joelho “saiu do lugar” ou falha durante atividades diárias;
- Inchaço persistente: para avaliar um derrame articular ou cistos;
- Desgaste da cartilagem: neste caso, o exame ajuda no diagnóstico precoce de condropatias ou osteoartrite.
O que esse exame avalia?
A ressonância do joelho avalia detalhadamente as partes moles e a estrutura óssea da articulação. Dessa forma, ele detecta diversas comorbidades que podem atingir essa parte do corpo. Por exemplo:
- Ligamentos: avaliando rupturas, estiramentos ou inflamações;
- Meniscos: identifica rupturas, degenerações ou cistos;
- Cartilagem: detecta áreas de desgastes ou fissuras;
- Tendões e músculos: revelam inflamações crônicas ou agudas, além de ruptura nos tendões;
- Ossos: visualiza edemas ósseos, fraturas e ajuda no diagnóstico de tumores;
- Articulação: avalia doenças inflamatórias, como os diferentes tipos de artrite;
- Bursas: identifica acúmulos anormais de líquido.
Além disso, a ressonância do joelho auxilia a identificar tumores, infecções ou condições degenerativas, como a osteoartrose. A equipe médica também utiliza esse exame para acompanhar a evolução dos tratamentos e avaliar o joelho antes ou após procedimentos cirúrgicos.
Como é feita a ressonância do joelho?
A ressonância magnética é um exame simples, não invasivo e indolor. Para realizá-lo, o paciente não pode estar usando nenhum objeto metálico, como joias e relógios. É fundamental informar sobre quaisquer objetos de metal que tenha no corpo, pois eles podem interferir no exame.
Após essa etapa, o paciente é deitado na maca do aparelho de ressonância, com o joelho posicionado corretamente e imobilizado por almofadas ou suportes. Isso acontece pois é necessário que essa parte permaneça imóvel durante todo o exame.
Para a realização da ressonância do joelho, não é necessário fazer jejum. Mas o paciente deve sempre verificar todas as orientações específicas com o médico ou com a clínica onde realizará o exame.
O tempo de realização do exame pode variar, dependendo da complexidade. Mas, geralmente, dura em torno de 15 minutos.
A ressonância é segura?
A ressonância é um exame muito seguro, que ajuda inúmeros diagnósticos por oferecer imagens em alta resolução do corpo do paciente. Mas algumas pessoas podem ter receio pelo contraste e pelo aparelho.
Na maioria dos casos, esse exame não necessita de contraste para ter um diagnóstico preciso. Porém, os médicos também indicam esse exame em situações específicas, como na investigação de tumores, na avaliação pós-operatória e na suspeita de processos inflamatórios. Caso o paciente apresente histórico de alergia ao contraste ou problemas renais, é fundamental conversar com o radiologista antes do exame.
Além disso, na triagem pré-exame, a pessoa deve falar se tem algum marcapasso, clipes metálicos, implantes ou próteses metálicas. Nem todo implante representa uma contraindicação, mas o médico deve avaliar cada caso individualmente. Por isso, avise o especiaista ou radiologista das suas condições antes.
No Grupo Diagmed, além de todo acolhimento antes, durante e depois da ressonância do joelho, oferecemos também a realização do exame sob sedação. Converse com seu médico e agende já!